Trata-se
de certame em dois tempos para aquisição de material de construção.
O
primeiro foi publicado no diário oficial. Três empresas: de Óbidos, de Alenquer
e de Curuá demonstraram interesse em participar do processo, que foi anulado
por questões documentais.
Um
segundo obedeceu ao mesmo critério e com as mesmas empresas. O valor referência
para o certame é superior a 10 milhões de reais.
A
coisa ficou descarada.
Os
indícios de manobras se elevaram com o envolvimento de pessoas influentes
dentro do governo. As chamadas: “laranjas limas Juracienses”.
Dentre
as participantes a de Óbidos não tem uma portinha de venda de banana.
Fato
do inteiro conhecimento do prefeito, do presidente da Comissão Permanente de
Licitação; do pregoeiro do certame e de parte dos vereadores.
O
Legislativo mal fiscaliza. O ato ocorre apenas na questão documental. O ideal
seria quanto ao físico, ou seja, de suas capacidades no cumprimento do
licitado.
Por
se tratar do eixo das despesas é ridículo e debochante o prefeito afirmar que
desconhece tal situação, que alias, tornou-se sinônimo de caixa preta no seu
“governo”.


Em
outros pontos do País denúncias relativas aos erários públicos, feitas pela
imprensa ou em redes sociais são consideradas de relevância pelos Ministérios
Públicos: Federal e Estadual.
Alenquer
ainda vive sobre arcaico rotulo “tem que ser provocado”. Enquanto isso, os
ralos do governo continuam livres soltos e sujos.


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