Relatórios de duas propostas de emenda à Constituição que querem tornar o
Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos
Profissionais da Educação (Fundeb) uma política vitalícia devem ser concluídos
esta semana e apreciados na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado
ainda em maio.
Uma dessas PECs, a 33/19, foi
apresentada no final de março pelo senador Jorge Kajuru (PSB – GO) e tem
como relator o senador Zequinha Marinho (PSC – PA).
PUBLICIDADE: FARMÁCIA DO
POVO TRABALHADOR - NA LAURO SODRÉ, ESTRADA DA PRAIA E KM-ZERO PRÓXIMO AO POSTO
YARED - PREÇO BAIXO DO DIA!
A assessoria de Marinho diz que uma primeira versão do relatório foi
concluída, mas está sendo aperfeiçoada para ser apresentada durante esta semana
na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.
A outra, a PEC 65/2019 -
apresentada depois da reunião dos governadores em Brasília na última semana - é
do senador Randolfe Rodrigues (Rede- AP) e tem o senador Flávio Arns (Rede -PR)
como relator.
Segundo Arns, que não era membro da CCJ e entrou no colegiado no lugar de
Randolfe só para se dedicar à relatoria da proposta, a ideia é votar o texto o
quanto antes.
PUBLICIDADE: FUNERÁRIA FLORAL PAX. TRAVESSA DR. LAURO SODRÉ –
ANINGAL. CONTATOS: 99176-9434 OU 99143-7916.
“O fim da vigência do Fundeb é muito preocupante, pois pode gerar uma
desorganização e perda de recursos aplicados na educação básica pela União. Por
isso, é fundamental avançarmos com essa PEC para que possamos garantir a sua
permanência e aperfeiçoar o ensino no país”, avaliou.
O senador acredita que a proposta criará um clima de mais segurança e
tranquilidade para o Brasil, já que a vigência do Fundeb termina no ano que
vem.
PUBLICIDADE: POSTO YARED ONDE SEU ABASTECIMENTO VALE A CONCORRER UMA MOTO PROS – GASOLINA, DIESEL E LUBRIFICANTE DE QUALIDADE. ESTAMOS NO KM ZERO COM ATENDIMENTO PERSONALIZADO.
O assunto ganhou força na
última semana depois ter sido tema de conversas em Brasília entre
governadores e o presidente da República, Jair Bolsonaro. Os chefes dos
Executivos estaduais também tiveram audiência com o ministro da Educação,
Abraham Weintraub, para tratar do assunto.
Em dificuldades financeiras, eles são unânimes em dizer que é impossível
perder os recursos que começaram a ser pagos em 2007. Só no ano
passado, o Fundeb realocou cerca de R$ 148 bilhões em recursos, usados para
pagamento de salários e manutenção de creches e escolas. O pedido pela
manutenção do Fundo é um dos seis pontos de uma carta entregue a Bolsonaro.
O Fundeb cobre toda a educação básica, da creche ao ensino médio, e
é a principal fonte para o pagamento dos professores da rede pública em todo o
país. O fundo ainda pode ser usado para a manutenção de escolas, aquisição de
material didático e capacitação dos docentes, entre outras despesas.
PUBLICIDADE BRASIL CONTABILIDADE & ASSESSORIA. TRAVESSA
SETE DE SETEMBRO - ANINGAL - CONTATO: 99133-6050.
É formado por dinheiro proveniente dos impostos e das transferências
obrigatórias aos estados, Distrito Federal e municípios (fundos de participação
constitucionais).
Além desses recursos, a União faz aporte complementar em alguns estados o
que, no ano passado, representou R$ 13 bilhões. O recurso da União é repassado
quando o valor por aluno no estado não alcança o mínimo definido nacionalmente
(atualmente, R$ 3.016,17 ao ano).
Segundo a presidente da CCJ, senadora Simone Tebet (MDB-MS), de maneira
geral, quando não há acordo entre os autores de propostas sobre o mesmo tema, a
votação de um texto não impede a de outro. “Todas podem ser votadas na CCJ”, Garantiu 


Nenhum comentário:
Postar um comentário