A
decisão do vereador Nivaldo Aquino presidente da Câmara de vereadores do
Município de Óbidos no Oeste do Pará, provocou perplexidade na classe
trabalhadora e no contribuinte. A segunda parcela será paga em dezembro.
Hoje
o salário do vereador Obidense é de R$ 7.000.00 (sete mil reais) bruto.
Para
trabalhar seis horas por semana cada vereador recebe liquido, R$ 5.480,00
(cinco mil quatrocentos e oitenta reais).
Com
o referido valor, o vereador perde o direito de contratar assessores e de
receber a verba de representação.
Claro
que isso não é privilégio dos Obidenses, mas, é inédito na Calha Norte.
Vale
ressaltar que o ato do pagamento é sim de responsabilidade do presidente,
porém, fundamentado em decisão de 2/3 dos vereadores, que aprovou emenda a Lei
Orgânica.
Buscamos
contato com o presidente da Câmara para tratar sobre assunto, porém, não
respondeu a reportagem.
Situação
questionada pela RSNEWS junto a representante do Tribunal de Contas dos
Municípios (TCM) por ocasião do seminário que criou a Ascanorte.
“Se
houve um ato aprovado pelo plenário da Casa o pagamento é sim legal”, afirmou
Taciana Controladora auditora do TCM palestrante no evento.
Ponto de vista:
A decisão Obidense e a declaração da representante do TCM provocarão o chamado:
“efeito dominó” não só entre os 122 parlamentares existentes na Calha Norte.
Pois
é! Pode acreditar! A moda vai pegar rapidinho. É só aguardar.




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