Segundo dados apresentados pelo
Ministério da Saúde, o Pará ocupa o segundo lugar com maior número de mortes
causadas por HIV no Brasil. Segundo a pesquisa a falta de informação e os
descuidos são as principais causas da contaminação pelo vírus.
Ainda
de acordo com o Ministério da Saúde, em 14 anos mais de sete mil pessoas
morreram por complicações decorrentes da Aids no Pará. Neste ano de acordo com
os dados atualizados, até o mês de abril 312 pessoas morreram vítimas da
doença. Uma média de três mortes por dia.
Segundo um grupo de voluntários e
ativistas que lutam para disseminar a informação ao combate do vírus, a
informação precisa chegar até a juventude que não viveu e conheceu a origem do
problema há trinta anos quando se deu a epidemia do vírus. “É necessário sim
essa linguagem mais próxima da população em parceria com a sociedade civil”,
diz o Beto Paes do comitê arte pela vida.
Segundo
a Sespa, o governo está enfrentando esse grande desafio que é promover ações no
intuito de reduzir a mortalidade de pessoas infectadas com o vírus do HIV e que
sofrem de AIDS.
Ainda segundo a Sespa, esse desafio é
uma condição crônica e que se não houver o tratamento de uma forma contínua sem
interrupções, e com diagnóstico precoce, esse indivíduo deixa de ter a
expectativa de qualidade de vida que hoje a medicina através dos medicamentos
já pode oferecer.


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