
Informou também que o acréscimo será de R$ 1,343 para cada 100
quilowatts-hora consumidos. Em novembro, a bandeira foi vermelha no patamar I,
quando há um acréscimo de R$ 4 para cada 100 quilowatts-hora consumidos.
De acordo com a agência, a decisão de reduzir a bandeira se deve a
previsão do incremento do volume de preciptações, após o início do período
chuvoso, com maior volume de águas nas principais bacias hidrográficas do país.
Segundo a agência reguladora, a previsão hidrológica para o mês de
dezembro é de elevação gradativa nas vazões afluentes aos principais
reservatórios, embora o índice esteja abaixo dos patamares de referência nas
médias históricas.
"Essa condição intermediária repercutirá na capacidade de produção
das hidrelétricas, ainda demandando acionamento de parte do parque
termelétrico, com impactos diretos na formação do preço da energia (PLD) e nos
custos relacionados ao risco hidrológico (GSF)", disse a Aneel. O PLD e o
GSF são as duas variáveis que determinam a cor da bandeira a ser acionada.
Criado pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o
custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da
energia elétrica. O funcionamento das bandeiras tarifárias tem três cores:
verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) que indicam se a energia
custará mais ou menos em função das condições de geração. Fonte Annel.
Nenhum comentário:
Postar um comentário